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Rio vermelho - poemas de marcos samuel costa

  Rio vermelho   Para Moises Alves O sal de fúria a unha do gato furou a peleja do braço acordado sentas na cama o rosto será molhado no banheiro com águas do mundo calmo águas de um mundo imerso bem profundamente os olhos da manhã que caem lentamente sal sol   Rio vermelho II     A ira do sal as garras do gato a quebra de braço concordou, sentado na cama rosto molhado no chuveiro as águas calmas do mundo águas de um mundo submerso profundo os olhos da manhã lentamente sujeira no chão o sal do ódio a pata do gato competição técnica sentado no sofá ele concordou.   Rio vermelho III     Seu rosto ficará molhado rio vermelho, sangue quando você tomar banho com o rio calmo do mundo água do mundo submerso nada mais profundo os olhos caminham pela manhã lentamente a poluição no chão Marcos Samuel Costa nasceu em Ponta de Pedras/Marajó/Pará. É de origem ribeirinha...

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