um conto de marcos samuel costa

 



Sexo a três

 

Aquele cara mais alto pressionou Gustavo contra o cara negro que estava no corredor, quase de frente com o mais alto, uma certa brincadeira. O cara mais alto disse algo sobre brincar de sanduíche, e como as feições do cara negro não eram das melhores, Gustavo achou que ele não estava gostando, disse para ele que não era sua culpa e sorriu, e para o cara mais alto que ele o faria apanhar ali, e riu. Logo se desvencilhou de entre os dois e parou logo mais ao lado. Haviam outros caras no corredor, mas não deu importância para eles. Gustavo ainda não havia transado com ninguém, apenas um coroa o havia mamado um pouco antes.

O corredor era escuro, mas, como ainda era cedo, ainda não tinha anoitecido, por algumas frestas entravam lampejos de luz que clareavam o local, assim, podiam ver os rostos um dos outros. Olhou para os dois, que estavam se beijando, e perguntou se não poderia rolar um beijo triplo. Nenhum dos dois respondeu, continuaram a se beijar, porém, mesmo assim, Gustavo se aproximou, levou os lábios até eles dois, e o cara negro lhe envolveu no beijo. Os três começaram a se beijar, ora Gustavo beijava mais um, ora outro, e os dois ao mesmo tempo. Fecharam o corredor naquele beijo triplo.

Gustavo estava apenas de toalha, a sua estava dobrada em duas partes, o que a fazia ficar ainda mais curta, os dois caras também estavam apenas de toalha, eram toalhas brancas que naquele semiescuro, pareciam prateadas. O cara mais alto deu a ideia de irem para uma salinha ao lado, pois era mais espaçosa que o corredor. Pois não podiam ficar fechando o corredor. Foram, ali continuaram a sua orgia gostosa. Não havia tempo de perguntar nomes, de saber endereços, preferencias. O tempo era excessivamente aquele, apenas aquele, e deveria ser consumado ali. Os nomes fica para a vida lá fora, onde a necessidade sexual não é o mais importante.

Passaram bastante tempo sozinhos na salinha, um ou outro cara passava, até olhavam um pouco mais e iam embora. O cara mais alto tinha uma cara de safado, um bigode fino e os cabelos lisos um pouco ralos, com certeza passava dos trinta anos. O seu pau era torto para o lado, nem grande e nem pequeno, nem fino e nem grosso, ideal. Sua barriga era bastante vantajosa, sua bunda magra. Era um homem bonito de rosto, sexual e atraente, mesmo sendo um pouco feio de corpo.

O cara negro era um pouco mais baixo, cabelo curtíssimo, lábios grossos, barriga definida e o corpo todo malhado, o seu pau era mais grosso, bastante volumoso e ficava o tempo todo ereto. Todos os três pareciam estar se divertindo e gostando daquilo. Num certo momento, cada um chupou um lado do peito de Gustavo, seus mamilos, Gustavo começou a gemer alto. O tesão subia por todo o seu corpo, o cara mais alto, além de chupar, mordeu, moderando entre forte e leve. O que fazia com que o outro sofresse e gozasse em prazer.

O cara mais alto baixou a cabeça de Gustavo até seu pau, Gustavo começou a lhe chupar. O cara negro também colocou o seu próximo. Assim, ia chupando um e depois o outro, passando a cabeça do pau de um na cabeça do pau do outro, e, enquanto Gustavo lhes chupava, eles se beijavam. Gustavo subiu e, junto com o cara negro, chuparam o peito do mais alto, que também gemeu e os chamava de safados.

Nesse momento, os três já estavam sem toalhas e completamente pelados naquela salinha, que há tempos atrás fora uma área de armário, e antes uma pequena sala de vídeos. Os caras podiam bater punheta e serem chupados. Em cada uma das portas havia uma cortina pesada que impedia a entrada de luz. Na escuridão, seus corpos poderiam ser uníssonos, envoltos em prazer e gozo. O cara mais alto deu a ideia de irem para uma cabine. Quando entraram, fecharam a porta e acenderam a luz da cabine. Ele deu a ideia de que o cara negro comesse Gustavo e eles assistiriam. Gustavo ainda tentou dizer que não gostava de ser passivo, mas não era o momento, não havia mais volta.

Porém, antes de qualquer penetração, continuaram se pegando. Enquanto o cara mais alto beijava o negro, ele foi chupar o cu do primeiro, o outro lhe ajudava abrindo as nádegas do outro. Gustavo meteu sua boca ali, passava a língua na entrada do cu dele, entre os beijos que dava no cara negro, gemia. Quando Gustavo levantou, ele disse novamente que queria vê-lo dando para o cara negro. Ele ainda ficou meio receoso, mas não via como fugir. O cara negro disse que não dava e o mais alto queria apenas olhar. Gustavo ficou de frente para o mais alto e o negro atrás de si, colocou as camisinhas e ambos passaram bastante cuspe, ele foi aos poucos metendo. Gustavo sentiu bastante dor e disse para ele ir devagar.

Enquanto o cara negro ia aos poucos lhe penetrando, ele beijava o mais alto. Tesão nesse momento já era muito alta, estavam conectados entre si. O cara negro não parou de lhe comer; gemendo, pediu para o mais alto lhe chupar. E, enquanto era socado por pica em seu cu, levava uma mamada, sentia vontade de gozar, mas segurou. Nesse interim, o cara negro ainda não havia metido toda sua rola, estavam ainda nas preliminares. Até que meteu tudo e começou a bater com força, Gustavo gemia e beijava o cara mais alto. E nisso, o mais alto pediu para meter também, o cara negro tirou o pau e ele foi. Gustavo gemeu e disse que estava tempo sem dar, o cara negro confirmou que ele estava apertado mesmo.

Nessa troca, fizeram quase o mesmo, Gustavo ficou beijando o cara negro enquanto o mais alto lhe fodia. Mas não demorou e trocaram novamente as posições, o cara negro voltou a lhe foder, dessa vez sem nenhum cuidado, foi metendo e socando valendo no cu de Gustavo. Gustavo estava de frente para o cara mais alto e lhe abraçava e passava a cabeça em seu peito, enquanto gemia alto, e cada vez mais alto. O que deixava o cara negro cada vez mais excitado. Até que gemeu como se tivesse grunhido, era o aviso do seu coito, que havia gozado, sinal de que aquela foda foi de fato muito boa. Se limparam antes de sair, falando algo sobre uma próxima vez, e Gustavo disse que, se tiver próxima, ele irá querer ser ativo e comer o cara mais alto, que responde brincando que será bom se tiver uma próxima vez.

Ainda se encontraram pelos corredores, porém, ninguém perguntou o nome de ninguém. Permaneceriam assim, desconhecidos um para o outro lá fora.


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