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Graus - marcos samuel costa

  Série "Pardo é Papel", de Maxwell Alexandre (Foto: Divulgação) — Foto: Vogue Graus   Igor era mais novo que eu coisa de um ano mais-ou-menos, mas era muito mais sacana, esperto e fazia amizades com os garotos mais velho, diferente de mim, garoto crente que vivia entorno da-saia-da-mãe. Nossas mães eram amigas da igreja, e vez ou outra eu ia para a casa dele. Eu acabara de fazer doze anos, ainda não havia muitos pelos nas minhas partes íntimas, e nem na dele, mas era visível que algo começava a mudar nessas partes. Estávamos no pátio da casa dele, a-tira-roupa Igor me perguntou se queria ver o pau dele, não respondi, fiquei calado, e ele tirou-o para fora, era pequeno, negro, bonito, gostei de ver, odiei olhar, estava confuso e não sabia como reagir. E ele pediu para ver o meu, fiquei com vergonha, muito orgulhoso me mostrou os pelos que nasciam nele, ainda ralos e mínimos, disse que passava cebola podre para crescer rápido, um primo mais velho o havia ensinado, insistiu...

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